Nossa metodologia é norteada em uma principal pergunta: quais seus objetivos e sonhos com a agrofloresta? Nossa consultoria passa (ou pode passar) por todas as etapas de implementação de uma agrofloresta:
1. Entendimento de objetivos
2. Mapeamento das condições locais (maquinários, altitude, colaboradores, área útil, bioma local, relevo, qualidade do solo, escoamento de produção etc.)
3. Definição do foco de atuação (horticultura, fruticultura, madeira etc.)
4. Desenho do SAF
5. Análises financeiras
6. Implementação
7. Acompanhamento
8. Manejo
Prezamos sempre pelos princípios da agricultura sintrópica, focando em diversidade, densidade, sucessão ecológica e estratificação como motores dos sistemas. Priorizamos também o grande foco no manejo, como combustível propulsor de sistemas biodiversos.
No contexto de plantação de horta e de roça, também é fundamental que o plantio seja consorciado. Porém, cada planta dentro do consórcio tem uma finalidade dentro do sistema, ocupando andares fora e dentro da terra, auxiliando na proteção de outras plantas do consórcio e biodisponibilizando nutrientes fundamentais para o sistema. Pensando nisso, desenvolvemos consórcios biodiversos, com canteiros perenes e resilientes e com foco na agricultura regenerativa.
Hortas em larga escala possuem alguns grandes desafios que costumam aparecer com maior recorrência, como, por exemplo, redução de produtividade, menor capacidade de cobertura de solos, redução da imunidade das plantas, maior necessidade de capina seletiva, alto índice de perdas, entre outros.
Para solucionar estes desafios:
O manejo é a principal chave para a evolução energética do sistema. Esse manejo é constituído por manutenção de canteiros e coberturas e podas, entre outros.
Por meio da cobertura, conseguimos:
Além disso, a poda é o grande combustível do sistema agroflorestal, auxiliando em:
Veja onde seu SAF está forte e onde ele está perdendo resiliência.
Nosso diagnóstico transforma observação de campo em decisão de manejo: avaliamos Vigor, Sucessão, Cobertura e Densidade com uma régua objetiva (nota 1–10), analisamos por setores (não “no geral”), e traduzimos o resultado em prioridades práticas: o que fazer primeiro, o que pode esperar e como evoluir trimestre a trimestre.
Viva na implementação de mini pomares urbanos e outras soluções baseadas na natureza em Osasco.
4 meses de planejamento, estudo de viabilidade financeira, coleta de sementes, definição de espécies e desenho do SAF desembocaram neste lindo trabalho, feito entre os dias 25 e 27 de novembro de 2022.
Este é apenas o começo da geração de abundância. Um pequeno passo que norteará muitas réplicas no local.